Máquina da AMAPI é recuperada após investigação sobre furto e aluguel indevido
Rio Casca- A Polícia Civil de Minas Gerais, por meio da Delegacia de Polícia de Rio Casca, recuperou, nesta terça-feira, 26, no município de Rio Casca/MG, uma máquina vibroacabadora pertencente à AMAPI – Associação dos Municípios da Microrregião do Vale do Piranga. O equipamento havia sido deixado em uma oficina da cidade para manutenção, mas foi subtraído e, posteriormente alugado de forma irregular, sem qualquer autorização da entidade proprietária.
A investigação teve início após o presidente da AMAPI registrar ocorrência policial, noticiando o desaparecimento da máquina. Em um primeiro momento, os responsáveis pela oficina alegaram desconhecer o paradeiro do equipamento. Contudo, as diligências realizadas pela equipe de investigação permitiram identificar que a máquina havia sido negociada, e transportada até a cidade de Serra/ES, onde estava sendo utilizada.
Segundo apurado, a negociação foi conduzida por um funcionário da oficina, com anuência do proprietário, sendo o maquinário alugado a um empresário capixaba pelo valor mensal de R\$ 26.000,00. O transporte foi realizado por caminhão prancha, com apoio logístico de terceiros, incluindo o uso de uma retroescavadeira para o carregamento. Durante os depoimentos, restou evidenciado que os envolvidos obtiveram vantagem econômica ilícita, configurando possível prática criminosa.


Após identificar a autoria dos fatos, a Polícia Civil estabeleceu prazos para a devolução voluntária da máquina, que não foram inicialmente cumpridos. Diante disso, a equipe policial intensificou as diligências, logrando êxito em apreender o equipamento e restituí-lo oficialmente à AMAPI, nesta terça-feira, 26.
O procedimento investigativo foi instaurado e segue em curso, visando à plena responsabilização dos envolvidos. Até o momento, os elementos coletados evidenciam fortes indícios de materialidade e autoria.
A investigação foi conduzida pelo delegado, Carlos Roberto Souza, investigadores Sérgio da Rosa, Paulo Roberto Oliveira, além dos escrivães, Jéssica Luana Dias da Mota e Célio Garcia do Amaral Cunha.
Fonte: Delegacia Regional de Ponte Nova
