Academia de Letras: compromisso com o bem comum

A Academia Manhuaçuense de Letras, que tem como compromisso promover o cultivo da língua e literatura nacionais, também olha mais adiante para uma participação cada vez mais ativa, a fim de fazer a diferença na sociedade.

Na reunião ordinária, realizada na noite desta terça-feira,25, com a presença da diretoria e acadêmicos, pontos essenciais ao bom andamento do trabalho e ampliação das ações foram discutidos entre os membros.  A motivação tem sido fundamental dos acadêmicos e acadêmicas, numa leitura perfeita sobre a Academia de Letras, que leva ao objetivo principal o conhecimento e a participação.

Um desses pilares será a presença dos acadêmicos no Desfile de 7 de Setembro, uma das datas comemorativas mais importantes do Brasil, justamente por abrigar um dos principais acontecimentos da nossa história: a nossa independência. Esse ano, o Dia da Independência será à noite em Manhuaçu. Escolas, clubes de serviço, instituições de Segurança Pública e outras entidades estarão comemorando o dia em que, D. Pedro deu início a nossa trajetória como nação independente.

Para o presidente da Academia Manhuaçuense de Letras, pastor Sérgio Veiga, a presença da instituição é uma forma de fortalecer e engrandecer seu verdadeiro papel na sociedade. “Esperamos que todos os acadêmicos se manifestem, participem desse momento tão singular para a nossa história. Assim, estaremos cumprindo nosso papel enquanto integrantes da academia, que também tem história no município. Ainda em setembro teremos o aniversário da nossa academia. Tudo isso é motivo de alegria, disse pastor Sérgio Veiga.

Situação das calçadas em Manhuaçu chama a atenção

Durante a reunião, a acadêmica Neire Leitão falou do projeto Avenida de Serviço, elaborado pelo Rotary. E o Rotary Club de Manhuaçu, que tem como objetivo promover projetos sociais, dentre outros, através do “Avenida de Serviço” está na elaboração de um projeto, no sentido de sensibilizar a todos quanto as calçadas existentes na cidade, que não oferecem facilidade para locomoção.

Por todos os lugares, os obstáculos em espaços públicos fazem parte do cenário, ao invés de facilitar para o cadeirante, o idoso e pessoas que têm limitação.  A Lei nº 10.098/2000 estabelece normas gerais e critérios básicos, para promover a acessibilidade de pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. Em várias situações, poucas pessoas que constroem observam esses detalhes. As ruas, praças e calçadas devem ser projetadas sem barreiras, com rampas e pisos táteis.

“Precisamos mobilizar a sociedade, para essa situação tão gritante que vem ocorrendo em Manhuaçu. Vamos unir forças, entidades, clubes de serviço, para que as calçadas sejam adequadas às pessoas com limitações. Não podemos cruzar os braços”, concluiu Neire Leitão. Para a próxima quinta-feira, 03, uma reunião estará acontecendo sobre o tema.

Eduardo Satil