Acostamento de estrada usado para descarte de lixo e entulho
O desrespeito é total por parte de pessoas, que usam locais mais afastados do olhar da fiscalização e da população, para dispensar entulho, móveis quebrados no “bota fora”, em uma área que deveria ser preservada e respeitada por todos. O local vem sendo utilizada por pessoas, que constantemente ficam despejando entulho e lixo, bem às margens da estrada que liga o bairro Matinha ao Coqueiro Rural.
Em abril deste ano, moradores que preservam o lugar e o meio ambiente, procuraram a reportagem, a fim de mostrar o crime ambiental que estava acontecendo, bem como o risco do entulho chegar até ao pequeno córrego, que corta a mata e desagua no rio Manhuaçu, nas proximidades da Delegacia de Polícia. O pedido dos moradores foi atendido e, todo o entulho foi removido do local.
Novamente, a cena se repete e de maneira bem orquestrada. Por tratar de uma área de mata, as pessoas dispensam o entendimento de que a preservação ambiental, a responsabilidade é de cada um. O meio ambiente é um bem de uso comum de todos e essencial à qualidade de vida. Isso significa que cada cidadão tem o dever de proteger e preservar o equilíbrio ecológico.


De acordo com os moradores que passam no local, constantemente veem a presença de carros parados e, o descarte de lixo e móveis velhos sendo feitos por pessoas, que sequer preocupam com a identificação. Difícil entender a atitude dessas pessoas, que não se preocupam com as consequências ao meio ambiente e, não atentam que logo abaixo da estrada passa um pequeno córrego, que nasce no Coqueiro Rural e ainda resiste ao tempo.
Todos sabem que o lixo é um agente poluidor e, nem sempre as pessoas pensam em consequências, descartam o que é produzido onde deveria ser preservado. “Os órgãos responsáveis, autoridades precisam olhar para esse local. Ninguém está respeitando o limite do outro e, caso ninguém tome medida, em pouco tempo teremos aqui um “bota fora” ou até um lixão. Queremos mais respeito com o local e o meio ambiente”, disse um morador sob anonimato.
Eduardo Satil
